No encontro do eu com o divino,
ouve-se um único som.
Ele retumba, é fundo, único,
infinito.
Toca o universo,
reverbera no ser,
ecoa no vagido da vida.
É um som primordial
que move as incertezas e chega às nascentes.
É derramado como mel nas feridas, frutas no descanso.
Um som em sol no monte entre nuvens
um som lua na cheia que circula
um som que chega ao partir
que torna-se
que une
o eu com o divino
um céu em OM
um som em DEUS.