Sob a pele, um tremor
Ecoa o que não pude dizer...
O horizonte queima em cinza
Enquanto tento me encontrar.
O chão se abre sob meus pés...
O grito fica preso em mim!
ESSE SILÊNCIO ME CONSOME!
UM PESO QUE NINGUÉM VÊ!
ENTRE RUÍNAS QUE EU CONSTRUÍ...
ME PERGUNTO: QUEM SOU EU?!
Marcas no pulso invisíveis
Desse tempo que não pára...
Rezo... mas não escuto resposta.
Sangro... mas não sai vermelho...