(Verso 1)
Ainda ouço teu passo na porta a bater,
Teu riso ecoa no ar, mas não posso te ver.
A casa ficou vazia, o silêncio é cruel,
Teu nome se espalha no vento, mas não é real.
(Pré-Refrão)
E eu me perco em lembranças que o tempo não apagou,
Eu não sei como, mas o vazio nunca acabou.
(Refrão)
E agora, quem vai me dizer que está tudo bem?
Quem vai me dar a mão e dizer:"Eu também"?
O que ficou é só o eco da tua voz,
E um pedaço de ti que ainda vive em nós.
É um último adeus, mas eu não sei aceitar,
Te foste, e a saudade não vai me deixar.
(Verso 2)
Os dias se arrastam, mas o tempo não cura,
Tua falta é uma dor que a alma atura.
Os cantos da casa ainda guardam tua essência,
E tudo o que eu tenho agora é a tua ausência.
(Pré-Refrão)
E eu me agarro a fotos que o tempo desbotou,
Mas sei que tu partiste, e parte de mim ficou.
(Refrão)
E agora, quem vai me dizer que está tudo bem?
Quem vai me dar a mão e dizer:"Eu também"?
O que ficou é só o eco da tua voz,
E um pedaço de ti que ainda vive em nós.
É um último adeus, mas eu não sei aceitar,
Te foste, e a saudade não vai me deixar.
(Ponte)
Se pudesse voltar atrás e te abraçar,
Dizer tudo o que ficou guardado, sem parar.
Mas a vida é cruel e o adeus chegou sem avisar,
Agora sou só lembrança, e tu, estrela a brilhar.
(Refrão)
E agora, quem vai me dizer que está tudo bem?
Quem vai me dar a mão e dizer:"Eu também"?
O que ficou é só o eco da tua voz,
E um pedaço de ti que ainda vive em nós.
É um último adeus, mas eu não sei aceitar,
Te foste, e a saudade não vai me deixar.