Viajando pela Índia, ACHEI a usina nuclear de rapadura de petróleo. Fiquei fascinado pelo preparo dos cozinheiros e muito contente em saber que eles exportam para o mundo todo. Acho que eu já comi uma dessas no Brasil. Aqui não tem erro, você pode vir trabalhar de chinelo e está livre para soltar quantos peidinhos tiverem a fim. E olha eles aí, Arrebenta Jeba e Zé do Caixão, carregando nossas canas roubadas do quintal da sua vizinha fofa. Que isso em Arrebenta Jeba, cê tá forte, mano! Tasca tudo ali no nosso sentimento de pau e pedra milenar e olha que delícia! Quando o suco da cana sai, a gente não reconhece nem a cor de tanta graça solta na rebiboca da parafuseta do nosso moedor. Que porra é essa, Zé do Caixão? Tá tirando, mano? Vai meter esse pezinho no nosso suco mesmo, seu fela da puta! Desculpa pelo palavrão, meus bebês. Eu me exaltei aqui. Depois de passar por esses processos maravilhosos, onde as moscas tomam conta de cada metro cúbico quadrado, a gente vai jogar tudo na cueca suada do seu tio gordo. Olha que vista linda! Aqui é um ambiente perfeito para trabalhar. Você vai ter uma vontade enorme de se jogar nessas caldeiras. Depois de adicionar um pouquinho de corante de camaleão, vamos mexer com uma enxada que já enterrou no mínimo oito defuntos. Agora é só levar o caldinho para a nossa distribuidora. Aqui, eles guardam tudo no galão de tinta em souvenir para posterior distribuição aos países. Tudo dentro das normas de Vigilância Sanitária. Aqui eles guardam tudo num galão de tinta de souvenir