Certo homem tinha dois filhos e o mais moço disse ao pai: “Dá-me a minha herança.” Depois que ganhou, decidiu partir. Ganhou o que queria, gastou tudo que tinha e viveu dissolutamente, tão longe do pai, bem longe do pai. Viveu tudo ele gastou, mas a fome veio sobre aquela terra e o mais moço estava a viver longe do pai, sem herança, padecendo e a sofrer. Lembrou-se do pai e da bonança do pai e decidiu falar com o pai: “Pai, contra o céu eu pequei e contra ti eu errei. Faça de mim um dos teus trabalhadores, Pai a minha herança eu perdi e depois eu parti. Pai, como eu errei.”
E o pai o abraçou e o pai o beijou. Vestes novas sobre o filho colocou. Não mais longe do pai, nos braços do pai festejou. O pai se alegrou porque seu filho voltou, porque seu filho voltou.