Não foi uma, não foram duas, não foram três vezes que eu tentei
Em todos os tropeços eu me levantei, ando fazendo o que tanto sonhei
Não é por grana, luxo, nem fama, fazendo o dobro pra sair da lama
Minha família comendo na janta, churrasco na laje final de semana
Pisando em cacos, coração em cacos, antes não via e hoje quem diria
O sucesso vem depois dos fracassos, vivi na quebrada, na periferia
Fui fracassado, mas nunca fui fraco, no Tarumã o moleque crescia
Olhos brilhantes em um corpo opaco, lobo solitário não tinha companhia
Sigo pregando os pregos
Todos se acham, mas não são martelos
Vivendo a vida sem medo, a meta de vida é pra minha coroa um castelo
Compro tudo que eu quero
Não passo mais vontade, vontade por muito tempo eu passei
Eu venho da plebe, do Jardim Progresso, com a sede de derrubar todos os reis
Ás do baralho, coringa de fato
Não perco tempo, meu mano eu não paro
Só tenho tempo pro corre, não peita, não tromba, não me atrapalha caralho
Eu venho do mato, sabendo do jogo
Vou mudar a cena, com fruto do esforço
Respeito o processo, recuso o regresso
O mundo pra mim ainda é muito pouco
Poemas na pista e poetas no topo
Tempos difíceis criam homens fortes
Só quero o que é meu e não o dos outros
Sei quanto eu lutei, vão falar que sorte
Original, cria da fronteira
Fazendo entregas pro corre virar
30 de junho 2019
Paternidade veio para ensinar
Não aguentam o mundo nas costas, esses bostas
Entram no game e façam suas apostas
Pregando os pregos que não são martelos
Não olham os espinhos no meio das rosas
Eu sei o caminho, já entrei na rota
Nem olho para trás, por que não alcançam
O Santo é forte fazendo a escolta
Problemas de mais, joguei na balança
Sigo pregando os pregos
Todos se acham, mas não são martelos
Vivendo a vida sem medo, a meta de vida é pra minha coroa um castelo
Compro tudo que eu quero
Não passo mais vontade, vontade por muito tempo eu passei
Eu venho da plebe, do Jardim Progresso, com a sede de derrubar todos os reis
Não aguentam o mundo nas costas, esses bostas
Entram no game e façam suas apostas
Pregando os pregos que não são martelo
Não olham os espinhos no meio das rosas
Eu sei o caminho, já entrei na rota
Nem olho para trás, por que não alcançam
O Santo é forte fazendo a escolta
Problemas de mais, joguei na balança
Sigo pregando os pregos
Todos se acham, mas não são martelos
Vivendo a vida sem medo, a meta de vida é pra minha coroa um castelo
Compro tudo que eu quero
Não passo mais vontade, vontade por muito tempo eu passei
Eu venho da plebe, do Jardim Progresso, com a sede de derrubar todos os reis
Sigo pregando os pregos... Todos se acham...
Sigo pregando os pregos... Mas não são martelos...
Sigo pregando os pregos... Vivendo a vida...
Sigo pregando os pregos... Sem medo...
Sigo pregando os pregos... A meta de vida...
Sigo pregando os pregos... Não paro...
Sigo pregando os pregos... A meta de vida... É pra coroa um castelo.