É que é ditado, né? Pra quem tá afogando, o jacaré vira tronco. Como diz o outro, né? Em terra de esqueleto, toda fratura é exposta. E outra coisa, em terra de minhoca, macarronada é suruba.
É que é ditado, né? Em terra de saci, uma calça dá pra dois. É que é negócio, né? Até explicar que focinho de porco não é tomado. É, até explicar que perna de barata não é serrote.
Como se diz, né? Mais por fora que cofrinho de mecânico. Mais por fora que cotovela de taxista. Aquela história, né? Só pé que anda que leva topada.
Aquilo ali, meu fio, é mais barato que saci de patinete. E outra coisa, aranha-viva é do que tece. É que é negócio, né? Na briga do mar com a areia, quem sofre é o caranguejo.
Se fazendo de alho pra ganhar uma socada. Aquilo ali, finge de pão pra levar linguiça. É que é ditado, né? Em terra de curupira, qualquer passo é mão alta.
Como diz o outro, se ferradura desse sorte, jumento não puxava carroça. Mas eu, meu fio, tô mais tranquilo que vaca na Índia. Aquela história, né? Cavalo marinho se faz de peixe pra não puxar carroça.
Meu fio, finge de morto pra comer o coveiro. Então se diz o outro, né? Mais perdido que cupim em serralheria. É que é ditado, né, bicho? É só o dono da casa que sabe onde que tá as goteiras.
E outra coisa, é o oi do dono que engorda o leitão. Então se diz o tio meu que namora com anã, o buraco é mais embaixo. É que é negócio, né? Se dieta fosse bom, o leão corria atrás de alface.
É que é ditado, né? Corrida de dois segundos é a última. Então diz o outro, né? Cada cachorro que lamba sua caceta.
É que é ditado, né? Pra quem tá afogando, o jacaré vira tronco. Como diz o outro, né? Em terra de esqueleto, toda fratura é exposta. E outra coisa, em terra de minhoca, macarronada é suruba.
É que é ditado, né? Em terra de saci, uma calça dá pra dois. É que é negócio, né? Até explicar que focinho de porco não é tomado. É, até explicar que perna de barata não é serrote.
Como se diz, né? Mais por fora que cofrinho de mecânico. Mais por fora que cotovela de taxista. Aquela história, né? Só pé que anda que leva topada.
Aquilo ali, meu fio, é mais barato que saci de patinete. E outra coisa, aranha-viva é do que tece. É que é negócio, né? Na briga do mar com a areia, quem sofre é o caranguejo.
Se fazendo de alho pra ganhar uma socada. Aquilo ali, finge de pão pra levar linguiça. É que é ditado, né? Em terra de curupira, qualquer passo é mão alta.
Como diz o outro, se ferradura desse sorte, jumento não puxava carroça. Mas eu, meu fio, tô mais tranquilo que vaca na Índia. Aquela história, né? Cavalo marinho se faz de peixe pra não puxar carroça.
Meu fio, finge de morto pra comer o coveiro. Então se diz o outro, né? Mais perdido que cupim em serralheria. É que é ditado, né, bicho? É só o dono da casa que sabe onde que tá as goteiras.
E outra coisa, é o oi do dono que engorda o leitão. Então se diz o tio meu que namora com anã, o buraco é mais embaixo. É que é negócio, né? Se dieta fosse bom, o leão corria atrás de