Yeah... amor e caos...
Toga, baby... um beijo pode ser o fim...
Desde a escola, olhar vazio, corte preciso, bisturi no sorriso,
Mas por trás do sangue frio, ela só queria ser compreendida no abismo.
Quer ser quem ama, vestir sua pele,
Toma forma, toma dor, e o coração derrete em febre.
Fuga entre becos, mascara o trauma no batom,
A doçura é veneno — e o veneno é minha canção.
Eu vi teu rosto em mil versões,
Toga, dançando nas ilusões.
Entre amor e destruição,
Copia o coração — e vira paixão.
Hey Toga, yeah, tua dor é arte,
Mesmo quando o mundo te parte...
Ela se apaixona por feridos — heróis, vilões, perdidos.
Transforma dor em ritual, amor em instinto assassino.
No brilho do sangue, ela vê o destino,
E ri, linda e trágica, tipo flor no desatino.
Na Liga dos Vilões, encontrou abrigo,
Mas o vazio continua — mesmo com inimigos.
Cada gota que bebe é lembrança,
De que o amor pra ela nunca foi esperança...
“Eu só queria amar... do meu jeito... sentir teu coração bater no meu peito...”
Eu vi teu rosto em mil versões,
Toga, dançando nas ilusões.
Mesmo que o mundo diga não,
Teu amor é caos, mas é canção.
Yeah... amor é dor, e dor é arte...
Toga, o sangue é o batom da saudade...