Essa receita é minha receita favorita depois que fui morar sozinha. Miojo de coro com diabo verde. Em uma panela que era usada para ferver crack, a gente coloca cebola, restos de comida triturada com chorume e molho de cachorro. Entre com o nosso diabo verde, uma pitada de variedade de velha e terra de chiqueiro. Agora coloca um pouco de água do gelo que refrigerava a linguiça e nosso molho tá tomando forma. Entre o tempero do miojo, esse é de coco de rato com mostarda, uma delícia. Depois disso a gente coloca nossos miojos, deixa no fogo do inferno mais uns minutos e pronto. É só servir pra nossas cobaias, digo, nossos clientes. O primeiro que come isso vai ter uma parada cardiorrespiratória e parar na UTI com tanta bosta que vai sair do toba. O caldinho do miojo a gente guarda pra desentupir o vaso da casa da avó que caga aquela coca dois litros. Se você gostou dessa receita, curta o vídeo e siga a gente para ficar por dentro do melhor que a gastronomia da Índia pode proporcionar. Essa receita é minha receita favorita depois que fui morar sozinha. Miojo de coro com diabo verde. Em uma panela que era usada para ferver crack, a gente coloca cebola, restos de comida triturada com chorume e molho de cachorro. Entre com o nosso diabo verde, uma pitada de variedade de velha e terra de chiqueiro. Agora coloca um pouco de água do gelo que refrigerava a linguiça e nosso molho tá tomando forma. Entre o tempero do miojo, esse é de coco de rato com mostarda, uma delícia. Depois disso a gente coloca nossos miojos, deixa no fogo do inferno mais uns minutos e pronto. É só servir pra nossas cobaias, digo, nossos clientes. O primeiro que come isso vai ter uma parada cardiorrespiratória e parar na UTI com tanta bosta que vai sair do toba. O caldinho do miojo a gente guarda pra desentupir o vaso da casa da avó que caga aquela coca dois litros. Se você gostou dessa receita, curta o vídeo e siga a gente para ficar por dentro do melhor que a gastronomia da Índia pode proporcionar.