Chifres afiados, brilham mais que uma coroa de estrelas
500 bois, movendo-se como carros inquebráveis
Sopro divino nos pulmões, pisamos em solo sagrado
Passos pesados, cada batida um som celestial
Graça imparável, ombros largos como os portões do céu
Pedras móveis na estrada enquanto o destino aguarda
Poder unificado, uma força que nenhuma corrente pode amarrar
Marés de poder sobem; somos fortes juntos
Despertem, bois, coro de força divina
Costas largas, alinhadas com um curso inabalável
Canto sagrado cantado docemente pelos ventos do evangelho
Nenhuma mão mortal nos manterá presos
Olhos brilhando sabedoria, antiga mas nunca feita
Músculos falando alquimia, transformando trabalho em corrida
Esculpidos da terra, mas vivendo chamas divinas
Montados nos nomes infinitos e indomáveis
Ímpeto como o mar onde as ondas não podem fugir
Empurrando através das tempestades, somos o decreto eterno
Nada pode nos deter, jugos de boi abençoados
Verdade ilimitada movendo-se com graça manifesta
Despertem, bois, com um coro divino
Marchando pelos corredores do espaço e do tempo
Ritmo imparável, abraço da linha de tambores divina
Esculpindo através do cosmos, não pode apagar a graça