O chão treme sob minhas botas, uma terra de fofoca
Sangue e barro misturados, onde os heróis descansam
Montanhas de aço, camufladas na névoa
Os golpes ecoam, cada alma consome
Sombras deslizam, roçam no penhasco
Fogo e chamas na noite, o medo diminui
Cuspes blindados conduzem, sinfonia de cicatrizes
As paredes caem, é aí que tudo fica claro
Rifles em cadência, a dança da guerra
Tambores do caos ressoam no ar
Última linha de defesa, ficamos juntos
Sob a saraivada de balas, a unidade transborda
Restos de batalhas, as ruínas contam
Lágrimas e gritos, o silêncio confronta
Soldados com olhares vazios, memórias sombrias
Neste campo de guerra, ninguém impõe
Estratégias em andamento, cada turno determinado
A frente é redesenhada, os sonhos são despedaçados
Noite sem fim, corações congelados, prendendo a respiração
Os sons da artilharia deixam sua marca
Rifles em cadência, a dança da guerra
Tambores do caos ressoam no ar
Última linha de defesa, ficamos juntos
Sob a saraivada de balas, a unidade transborda