O sol despontou, pintando o céu de tons rosados,
E eu acendi o fogão, aquecendo a alma com aromas perfumados.
Sento-me com meu café, observando a natureza despertar.
Na beira do rio, com o raiar do sol,
As montanhas ao fundo, a vida a inspirar.
Café no acampamento, ao som dos pássaros,
O sol nascendo lento, faz a alma florescer.
No campo ou na serra, a serenidade me abraça,
Na simplicidade da vida, é bom demais estar.
A natureza me presenteia com a sua beleza singular.
A brisa leve traz o canto do sabiá,
Trazendo consigo a melodia da natureza que me encanta.
O fogo crepitando, a lenha a queimar.
E a lenha se transforma em brasas, aquecendo o corpo e a alma.
O aroma do café, pão com manteiga e bolo de fubá,
Acampando nas montanhas ou na beira do rio, é onde eu quero estar.
Em meio à natureza exuberante, onde a alma se liberta.
Café no acampamento, ao som dos pássaros,
O sol nascendo lento, faz a alma florescer.
No campo ou na serra, a serenidade me abraça,
Na simplicidade da vida, é bom demais estar.
A natureza me presenteia com a sua beleza singular.
Ao redor da fogueira, histórias a contar,
Memórias a reviver e sonhos a sonhar.
Amigos e risadas, momentos pra guardar.
O céu se pinta em cores, um quadro a desenhar,
Na beleza do campo, a vida a se revelar.
Café no acampamento, ao som dos pássaros,
O sol nascendo lento, faz a alma florescer.
No campo ou na serra, a serenidade me abraça,
Na simplicidade da vida, é bom demais estar.
A natureza me presenteia com a sua beleza singular.
E assim vou vivendo, com o coração aberto,
Na natureza encontro, o meu porto certo.
O café no acampamento, a brisa a soprar,
Entre o rio e as montanhas, é onde quero ficar.