A carne está queimando, os ossos vão quebrar
Minha forma humana devo abandonar
O lobo toma conta, eu perco o controle
Uma fome profunda dentro da minha alma
Corra enquanto pode, a mudança está completa
Eu sou o predador, você é a carne
Licantropia, a besta solta
Presas de terror, garras do banquete
Loucura ao luar, sangue na pedra
À noite, eu caço sozinho
Uive para a lua, sinta a besta dentro de mim!
Corra por sua vida, não há onde se esconder!
(Outro uivo selvagem ecoa pela escuridão.)
A floresta sussurra meu nome selvagem
Uma sombra espreitando, chama indomável
Nenhuma corrente pode prender, nenhuma oração pode salvar
Eu sou uma criatura nascida para desejar
Tema o uivo que rasga a noite
Um aviso de morte, o deleite de um lobo
Licantropia, a besta libertada
Presas de terror, garras do banquete
Loucura ao luar, sangue na pedra
À noite, eu caço sozinho
A maldição é meu fardo, minha prisão, minha dor
Um ciclo de loucura que não posso conter
A cada lua cheia, eu perco o que sou
Preso às correntes da licantropia
Rasgue a carne, sinta o gosto do medo
O lobo desperta, se aproximando
Uma força primitiva, indomável e livre
Curve-se à ira da licantropia!
Licantropia, a besta libertada
Presas de terror, garras do banquete
Loucura do luar, sangue na pedra
Na noite, eu caço sozinho
Uive para a lua, sinta a fera dentro de você!
Corra por sua vida, não há onde se esconder!