(Verso 1)
É Natal, o tempo parece parar,
As luzes acendem pra nos lembrar
Que a fé não morreu, só dormiu no olhar
De quem esqueceu de acreditar.
Lá em Belém um menino sorriu,
Trazendo ao mundo o amor que fugiu,
Num berço simples brilhou a razão,
De todo o bem, de toda canção.
(Refrão)
É tempo de ser criança outra vez,
De olhar pro céu e crer no que Deus fez.
De abrir o coração, deixar a luz entrar,
E o amor renascer no nosso lar.
É Natal, e o sonho é real,
Quando o bem se faz natural.
É tempo de fé, é tempo de paz,
O amor sempre volta, e nunca se desfaz.
(Verso 2)
O bom velhinho vem nos lembrar,
Que dar é tão belo quanto ganhar.
E cada sorriso que nasce em alguém,
É o presente que o céu manda também.
Se o mundo é duro, se há dor e guerra,
A paz ainda nasce nesta terra.
Em cada gesto de amor sincero,
O Natal se faz mais verdadeiro.
(Refrão)
É tempo de ser criança outra vez,
De olhar pro céu e crer no que Deus fez.
De abrir o coração, deixar a luz entrar,
E o amor renascer no nosso lar.
(Ponte)
Talvez seja hora de perdoar,
De estender a mão, de recomeçar.
De lembrar que o menino ensinou
Que o amor é o dom maior que restou.
(Refrão Final)
É Natal, e o céu quer nos dizer:
A esperança é nascer e renascer.
É tempo de fé, é tempo de amar,
E o futuro começa em cada olhar.
(Final suave, com quarteto ou coral repetindo em fade)
“É Natal… é tempo de ser criança… outra vez…”